sexta-feira, 23 de março de 2012

Exercício 2: Lego - Parte II

ETAPA 5: Na continuação de nosso trabalho com o Lego, foi-nos proposto escolher uma das etapas anteriores e utilizar nosso sólido como a etapa inicial de um projeto, alterando-o até finalizar o nosso "edifício". Esse exercício foi baseado no arquiteto Peter Eisenman e um projeto seu chamado Casa Guardiola, uma casa projetada como um tipo de desconstrução de um cubo, resultando na preservação da memória inicial do cubo no projeto finalizado.






Eu escolhi o sólido da etapa 1, então fiz várias alterações no bloco inicial, mas tentei preservar a memória da figura inicial, mantendo algumas arestas alinhadas e as filas com cores alternadas.
Nessa etapa, foi-nos permitido adicionar algumas peças ao bloco, com o objetivo de adequá-lo ao nosso gosto.


Abaixo está o bloco inicial, a partir do qual criei meus "edifícios":




Inicialmente fiz uma simples modificação nas peças, cuidando para preservar a identidade do bloco:





Após, iniciei o processo de criação propriamente dito, montando uma simples edificação:







Fiz mais algumas alterações, formando um sólido parecido com uma simples casa:







Após isso, fiz poucas alterações, dentre elas, a adição de uma chaminé à "casa", que deixou-a mais característica sem perder a identidade do sólido inicial:









Para finalizar o meu processo de construção, montei uma edificação um pouco mais complexa e, até mesmo, um pouco instável, relembrando os conceitos de instabilidade, peso e leveza aprendidos em outras etapas do exercício. Esse foi o meu edifício:








Após finalizar o exercício, pensei que poderia utilizar adições e subtrações de peças para montar uma simples mesa, onde a memória do bloco inicial foi facilmente preservada:





Obs.: a mesa foi apenas algo simples que imaginei e decidi postar, no entanto, as criações referentes à etapa 5 foram finalizadas  nas imagens anteriores.




Através desta esta etapa e de todo exercício, pude perceber como um material tão simples como o Lego pode servir como um instrumento útil para a criação de obras arquitetônicas, sendo algo fácil de montar e estabelecer proporções, contribuindo para imaginar e "construir" uma enorme variedade de objetos.

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